domingo, 29 de maio de 2011
Mais uma vez...
sábado, 28 de maio de 2011
Ai ai...
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Correndo pra dar aula...
Ciclo
Paralelo a morte
O azul do mar se faz
A paz invade a minha alma
Respiro...
A escuridão reaparece
A dor aumenta
A lucidez se esvairia
Respiro novamente...
Paz...
terça-feira, 12 de abril de 2011
E vida....
Nossa gente ando num desanimo terrível
Silêncio
O silêncio se tornou profundo em minha alma
A escuridão toma conta de todo o meu ser
Todo o meu corpo adormece
E toda a dor se desfaz
Minhas pálpebras se fecham
Afasto-me da luz
Que sempre feriu meus olhos
Queimou minha pela
Deixando apenas a carne exposta
No silêncio e no escuro
É onde eu sinto a paz, sinto a calma
É quando todo meu ser entra em harmonia
Meu mundo de silencio e sombras
É meu refúgio seguro
É onde eu encontro meu ser
E afundo minha dor
Flutuo na imensidão sem fim
Afasto-me do mundo exterior
Deixando de lado toda a dor
Fecho-me dentro de mim
Pois no silêncio e no escuro
É onde eu me sinto feliz.
Luciano Souza 12/04/11
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Mais um livro
Sublime amor?
Desperto-me para mais dia
Levanto-me e saio a caminhar
Com essa dor me corroendo
Quase a me matar
Oh vil sentimento que invade minha alma
Dilacerando todo meu ser
Mostrando que sou um completo nada
Diante do seu poder
Queria poder negar-te
Livrar-me de ti
Pois tu que se diz sentimento tão nobre
Apenas traz a dor ao meu viver
A escuridão aos meus dias
Tristeza ao meu ser
Repudio-te oh sentimento rude
Pois sem licença invade nossas vidas
Nos tornando escravos de seus caprichos
Tornando meus dias sombrios
Porque eu iria querer a ti?
Pra depois de um tempo meu coração partir?
Amor. Santo, sublime e divino amor
Sentimento tão sublime
Que um dia ele lhe trará a dor
Prefiro viver assim
Sem amor seco, porem feliz
Nego-te nego-te nego-te
Oh sentimento infeliz
Pois sem ti assolando minha vida
Poderei eu enfim ser feliz
Uma vida livre seca e sem dor
Longe de ti oh vil sentimento
Que se chama amor.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Estou de volta...
Senhores da noite
Estou parado aqui
Com a minha carne exposta
Como uma ferida aberta
A única coisa que vejo
É apenas a escuridão
Meu corpo caído
Inerte sem vida
Apenas os vermes a me corroer
Eis que de repente a noite chega
A escuridão toma conta de todo lugar
Minha alma agora desperta
Um sinal de vida toma meu corpo
Eis que me levanto
Como uma tempestade devastadora
Saio a sua procura
Meu corpo almeja seu sangue
Querendo sentir seu sabor
Tomar até a ultima gota dele
E traze-te para meu mundo
Onde reinaras soberana ao meu lado
Pois agora sou seu senhor
Dono de seus desejos e fantasias
Pois agora pertences a mim
Seus sentidos pertencem a mim
E nada mais ira querer
Apenas a mim
Pois eu a criarei para ser minha
E serei seu senhor soberano
Pois me fortalecerei com seu sangue
E tu serascriada com o meu
E agora eternamente do meu lado
Sairemos nas noites escuras
Para nos saciarmos
Do sangue das vitimas inocentes
A contemplar a bela lua
Nos deliciaremos com o medo nos olhos delas
E depois mataremos todo nosso prazer
Em nosso leito imortal
Pois seremos sempre assim
Duas criaturas da noite
Sedenta por sangue
Sempre soberanas
A saciarmos como sangue de nossas vitimas
Atacando na noite escura
Desfrutando do nosso prazer imortal
Voando pelas noites escuras
E adormecendo nos dias claros
Por toda a eternidade
Um ao lado do outro
Como um rei e uma rainha
Eternamente reinado
Como um mar imponente
Com toda sua fúria
Por outro lado
Calmo como uma manhã de primavera
Pronto para levar a morte ou a vida
E assim seremos imortais
Seremos lendas
Seremos historia
E ficaremos assim
Senhores da noite escura
Até o dia em que eu a sorte
Nos leve ao eterno repouso.
Lord Vampiro
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Fim de Ano
O Retorno
Retorno novamente à cena
Destruído, dilacerado
Mas ainda vivo
Volto como a fúria de um vulcão
Que depois de adormecido
Ressurge com todo o seu poder de destruição
Mostro-me agora como a mais fulgaz das criaturas
Com todo o ódio explodindo no meu peito
Ódio que pulsa de todas as feridas abertas
Causada pelo sentimento mais destruidor
Um sentimento que nos dilacera
Um sentimento chamado amor
Fui jogado do mais alto dos montes
Para o mais profundo abismo
Cai... Adormeci... Ressurgi
Com os olhos tomados por chamas
O coração ardendo em brasa
E a alma totalmente gelada
Pois no amor eu nasci
E nesse mesmo amor eu morri
E no ódio enfim eu ressurgi
Para novamente o meu caminho seguir
Longe de tudo que me causa dor
Principalmente longe de ti
Vil sentimento enganador
Para sempre longe de ti
Vil sentimento chamado Amor


