domingo, 29 de maio de 2011

Mais uma vez...

Mais uma vez estou aqui
Como já estive muitas vezes
E mais uma vez encontrei o meu lugar
A força vai se esvaindo
O corpo não reage mais
A mente, essa sim
Vaga por lugares longínquos
Misturando passado, presente e futuro
Os olhos estão abertos
Mas enxergam apenas o nada
Os sentidos talvez respondam
Mas o corpo adormece de vez
Ouço sua voz a me chamar
Volto para realidade
Dor, sofrimento, angustia
Todo me acerta de uma vez só
Absorvo o impacto e volto para minha caminhada
Tentando mais uma vez ser alegre
Escondendo todo o tom cinza da minha alma
E toda a frieza do meu coração
Mas o tempo passou
E então percebi que o sol não me esquentou
Que a lua não brilhou
E a dor nunca cessou
Então me lembro da felicidade,
Do orvalho e da pétala de flor
E então percebo
Que por mais que eu queira ser feliz
No final eu sempre irei dizer
Mais uma vez estou aqui.

sábado, 28 de maio de 2011

Ai ai...

Aqui estou eu novamente de madrugada sem conseguir dormir.
Estou pensando no que fazer pra esse blog andar, acho que ja comecei um 10 e nunca vai pra frente....
Mas agora estou com um projeto de me dedicar mais a escrita, preciso voltar escrever, pois minha cabeça anda muito cheia e preciso esvaziá-la e nada como uma poesia pra repousar o turbilhão de coisas que passam pela minha cabeça.
Então esta na hora de começar a colocar pra fora todos esses "Delírios de um mente Insana", afinal essa é a intenção desse blog. 
Acho que logo terei novidades, estou começando a escrever algo que espero que seja grande, conforme for ficando pronto os capítulos eu vou postando por aqui.
Por enquanto vai mais um poema...

Ciclo II

A dor aumenta
Corroe meu ser
Dilacera minha alma
Picos de alucinações
Risos e mais risos
Delírios de felicidade
Amor na sua forma mais pura
Ódio...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Correndo pra dar aula...

bom hoje é sexta feira e eu tenho 5 aulas a noite. mas antes de ir um poeminha rápido...
Abraços a todos...

Ciclo

Paralelo a morte

O azul do mar se faz

A paz invade a minha alma

Respiro...

A escuridão reaparece

A dor aumenta

A lucidez se esvairia

Respiro novamente...

Paz...

terça-feira, 12 de abril de 2011

E vida....

Nossa gente ando num desanimo terrível

Sei la se é a correria, ou meus alunos, ou tudo
acho que preciso pegar a estrada o mais rápido possível...
hoje passei o dia inteiro em um curso de capacitação da D.E, adoro palestra, me a inspiração, eu sempre escrevo um poema nas palestras...
Hoje eu escrevi três mas vou postar só um...
Abraços a todos...

Silêncio

O silêncio se tornou profundo em minha alma

A escuridão toma conta de todo o meu ser

Todo o meu corpo adormece

E toda a dor se desfaz

Minhas pálpebras se fecham

Afasto-me da luz

Que sempre feriu meus olhos

Queimou minha pela

Deixando apenas a carne exposta

No silêncio e no escuro

É onde eu sinto a paz, sinto a calma

É quando todo meu ser entra em harmonia

Meu mundo de silencio e sombras

É meu refúgio seguro

É onde eu encontro meu ser

E afundo minha dor

Flutuo na imensidão sem fim

Afasto-me do mundo exterior

Deixando de lado toda a dor

Fecho-me dentro de mim

Pois no silêncio e no escuro

É onde eu me sinto feliz.

Luciano Souza 12/04/11

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mais um livro

Estou lendo Cleo e Deniel do Roberto Freire estou quase no final, o esse escritor tem umas sacadas muito louca sobre o amor, separei vários trechos do livro mas deixa eu terminar de ler e tirar minhas conclusões que eu escrevo os trechos e faço alguns comentários.
Acho que esse ano vai ser mais sossegado, vou poder me dedicar a leitura e vou ver se escrevo algo, caso comece a escrever vou ir postando aqui.
por enquanto mais um poema.

Sublime amor?

Desperto-me para mais dia

Levanto-me e saio a caminhar

Com essa dor me corroendo

Quase a me matar

Oh vil sentimento que invade minha alma

Dilacerando todo meu ser

Mostrando que sou um completo nada

Diante do seu poder

Queria poder negar-te

Livrar-me de ti

Pois tu que se diz sentimento tão nobre

Apenas traz a dor ao meu viver

A escuridão aos meus dias

Tristeza ao meu ser

Repudio-te oh sentimento rude

Pois sem licença invade nossas vidas

Nos tornando escravos de seus caprichos

Tornando meus dias sombrios

Porque eu iria querer a ti?

Pra depois de um tempo meu coração partir?

Amor. Santo, sublime e divino amor

Sentimento tão sublime

Que um dia ele lhe trará a dor

Prefiro viver assim

Sem amor seco, porem feliz

Nego-te nego-te nego-te

Oh sentimento infeliz

Pois sem ti assolando minha vida

Poderei eu enfim ser feliz

Uma vida livre seca e sem dor

Longe de ti oh vil sentimento

Que se chama amor.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Estou de volta...

Finalmente terminei de ler A Rainha dos Condenados, essa sim é uma historia de Vampiros.
Acho que a junção dos Livros Entrevista com Vampiros, O Vampiro Lestat e A Rainha dos Condenados forma a melhor historia de vampiros, não li os outros livros ainda, afinal são 11 no total, mas pretendo ler. Mas o Lestat é sem dúvida o vampiro mais complexo que existe, ele é o um demônio perfeito como o Louis fala pra ele no final do livro, pois ele é o mais humano dos demônios, pois ele vive apenas pela paixão, é isso que controla ele, a paixão. ele tem todo o poder dos vampiros com toda a fraqueza do ser humano, é muito difícil descrever o Lestat vc's tem que ler o livro.
Ando meio sem inspiração pra escrever, não sei o que esta acontecendo comigo, mas prometo escrever coisas mais interessantes.

Senhores da noite


Estou parado aqui

Com a minha carne exposta

Como uma ferida aberta

A única coisa que vejo

É apenas a escuridão

Meu corpo caído

Inerte sem vida

Apenas os vermes a me corroer

Eis que de repente a noite chega

A escuridão toma conta de todo lugar

Minha alma agora desperta

Um sinal de vida toma meu corpo

Eis que me levanto

Como uma tempestade devastadora

Saio a sua procura

Meu corpo almeja seu sangue

Querendo sentir seu sabor

Tomar até a ultima gota dele

E traze-te para meu mundo

Onde reinaras soberana ao meu lado

Pois agora sou seu senhor

Dono de seus desejos e fantasias

Pois agora pertences a mim

Seus sentidos pertencem a mim

E nada mais ira querer

Apenas a mim

Pois eu a criarei para ser minha

E serei seu senhor soberano

Pois me fortalecerei com seu sangue

E tu serascriada com o meu

E agora eternamente do meu lado

Sairemos nas noites escuras

Para nos saciarmos

Do sangue das vitimas inocentes

A contemplar a bela lua

Nos deliciaremos com o medo nos olhos delas

E depois mataremos todo nosso prazer

Em nosso leito imortal

Pois seremos sempre assim

Duas criaturas da noite

Sedenta por sangue

Sempre soberanas

A saciarmos como sangue de nossas vitimas

Atacando na noite escura

Desfrutando do nosso prazer imortal

Voando pelas noites escuras

E adormecendo nos dias claros

Por toda a eternidade

Um ao lado do outro

Como um rei e uma rainha

Eternamente reinado

Como um mar imponente

Com toda sua fúria

Por outro lado

Calmo como uma manhã de primavera

Pronto para levar a morte ou a vida

E assim seremos imortais

Seremos lendas

Seremos historia

E ficaremos assim

Senhores da noite escura

Até o dia em que eu a sorte

Nos leve ao eterno repouso.


Lord Vampiro

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fim de Ano

Pois é fim de ano chegando. Hora de parar e fazer um balanço sobre os erros e acertos de 2010.
Esse ano, como eu já disse no post anterior, foi complicado, mas já esta quase no fim e eu ainda estou aqui em pé, como disse o Lobão : " A vida ta brava, a grana ta curta, mas um tiro só não ai me derrubar não" quando temos força e objetivos é preciso muitos tiros pra nos derrubar, então o que eu tenho que eu tenho à dizer é que venham os próximos. "Da luta não me retiro. Me atiro do alto e que me atirem no peito, da luta não me retiro" .
Pois é essas são frases que eu sigo pra continuar caminhando. E e as musicas, nós temos uma relação estreita, acho que eu não vivo mais sem musica, mas isso tem uma explicação basta ver esse vídeos:
Adoro esse vídeo.
Pois bem outra hora eu falo mais dessa questão da música.
Agora vou indo tenho muitas provas para corrigir
mas antes vou deixar um poema.

O Retorno

Retorno novamente à cena

Destruído, dilacerado

Mas ainda vivo

Volto como a fúria de um vulcão

Que depois de adormecido

Ressurge com todo o seu poder de destruição

Mostro-me agora como a mais fulgaz das criaturas

Com todo o ódio explodindo no meu peito

Ódio que pulsa de todas as feridas abertas

Causada pelo sentimento mais destruidor

Um sentimento que nos dilacera

Um sentimento chamado amor

Fui jogado do mais alto dos montes

Para o mais profundo abismo

Cai... Adormeci... Ressurgi

Com os olhos tomados por chamas

O coração ardendo em brasa

E a alma totalmente gelada

Pois no amor eu nasci

E nesse mesmo amor eu morri

E no ódio enfim eu ressurgi

Para novamente o meu caminho seguir

Longe de tudo que me causa dor

Principalmente longe de ti

Vil sentimento enganador

Para sempre longe de ti

Vil sentimento chamado Amor